Boletim UOL
BOLETIM SEMANAL

24/04/2008

Ombudsman do UOL por Tereza Rangel
Caso Isabella Caso Isabella
Sem vozes dissonantes

UOL optou por não entrar na comoção ou histeria (depende do ponto de vista) que cerca o caso Isabella. Faltou, contudo, uma postura de dar destaque a vozes dissonates à gritaria da polícia e da população de "foram eles".
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A VOZ DO INTERNAUTA
" Como estudante de direito e cidadã, quero registrar minha indignação com o circo que toda a mídia montou em torno do caso Isabella, e sugerir que o UOL faça um levantamento de quantos casos iguais a esse temos hoje nos tribunais, quantos já existiram sem solução, ou que foram os pais ou responsáveis os assassinos ou agressores. Acho que todos estão sendo muito hipócritas e chamá-los de monstros. Não que eu ache certo o que eles 'supostamente' (porque ainda não foi provado) tenham feito, mas acho, como diria um velho ditado, que 'estamos sentando no nosso rabo para falar do rabo dos outros'. Muitas dessas pessoas que se dizem indignadas já fizeram coisas bem parecidas ou outros tipos de delitos. O que lhes dá o direito de apontar os dedos na direção dos outros? Acho que deve ser feita a justiça, que os culpados devam pagar. Mas sou totalmente contra o circo armado em torno do caso. "
Miriam
" O UOL deveria ser mais seletivo. As páginas do site estão inundadas de propagandas de remédios fitoterápicos, alopáticos e outros. Estão inundadas de porcaria publicitária de toda ordem. Breve teremos igrejas pentecostais ou católicos carismáticos. Está demais. Sou assinante há pelo menos uma década e, além da absurda quantidade de spams, agora esta propagandice desavergonhada. O UOL não é mais o mesmo. É uma pena. "
Salazar
" Quero questionar os critérios que levam vocês a colocar na página principal, sem qualquer tipo de controle (ou possibilidade de ) fotos de mulheres nuas da Playboy. Isto porque basta um clique para qualquer criança ter acesso a um conteúdo impróprio e que deveria, no mínimo, estar sujeito a algum tipo de controle ou restrição. São fotos explícitas que não deveriam ser disponibilizadas a qualquer um. Esta disponibilização sem critérios fere o ECA e faz com que não possamos ficar tranqüilos nem em relação ao conteúdo acessado por nossos filhos. "
Fernanda

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